Imersa



Simples por si só...
Depois de alguns anos vividos, mal escritos, volto-me ao mais íntimo registro e percebo-me maior...
Algo Maior me conduz na volta ao auto-relato transmutado. (transladado)
A simplicidade de transpor ideias, ideais simples por si só...
sem perturbação de hormônios novatos e com a mão levemente mais grossa.   
Só, foi por onde comecei, e é como terminarei.
Porém, imersa em uma imensidão energética de fótons, uni-versos e dimensões que reparo.
Retorno aqui para redescobrir-me livre, recodificar-me luz, íntima do Eu Maior.
Simples, e só, adjetivam e percorrem pelas entranhas de meu Mar intenso. Imenso esse que laço e me desfaço, bailando com o cantar puro, de um ar maturo, universal me conecto e seleta às sincronicidades do vasto Creador. 
Creo e crio, intrínseco no próprio Ser Luz. 
Após passagens, reflito meus bloqueios e me desconserto sóbria das sombras de minha'lma fincada em experiências mundanas relatas do Tao.
Quem sábio se faz, desmotivado se conduz. Quem simples se entrega, completo se reduz diante da imensidão. 

Talvez meu rosto mude,

e eu sinta meus joelhos começarem a soar grunhido
Talvez minhas mãos fiquem singelamente mais irrugadas,
e eu sinta minha voz pouco mais grave.
Talvez isso seja amadurecimento, ou só envelhecimento mesmo
e eu sinta vontade de correr, ou cantar
e posso, pois sou alma, não corpo ou pele, sim cor e luz.
Talvez meus pés fiquem grossos e rachados,
e eu sinta na pele as transladadas órbitas que minha'lma percorre para que tudo funcione bem, no além.

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