Vasculhando notas II
Pensavam que eu não tinha
nada,
Que sem argumentos eu
lutava
Menina atrevida
Pela cultura firmava
Nunca nem ganhava nada
Sistema que desmotiva
E a vida que nunca alisa
Mas segue na trilha
Com a mente feita e
assumida
Mafia de baixo calão
Forja e corrompe o
cidadão
Pra classe inferior eles
dão o pão
Aquele que nem o diabo
amassou
Foi eles memo que assou
Na cultura de rua,
esquece que não se atura
Inverdade que satura,
revolução da rua é muito dura
Pública e livre é direito
da comunidade que perdura...
Pra quem nunca teve nada
Qualquer migalha que é ralada
Vale muito na quebrada
Vocês não sabem de nada
Comunidade pisada
E a sociedade
esmagada....
Ao pé do patrão que se
auto afirmava
E o trabalhador que
apenas estudava
Direito pra quem?
Dinheiro de quem?
Revolução sistematizada,
Periferia recém
organizada
Entendendo tudo e
marginalizada
Porém fadada ao descaso
do falso que falava....
Organização gera rebelião
Fato que não precisa de
compreensão
Apenas o grito da
exclusão
Que ecoa na rua na dor de
um pião.
O que é ser desvalorizado
a troco de nada,
Pelo que eles mais
falavam
Boca suja era farda. Dinheiro
sujo corja minada, foram desmascaradas.
Cabeças foram roladas.
Algo que guiava, história do Universo conspira, e algo começava.......



Comentários
Postar um comentário
Sinta-se a vontade para se manifestar :)